Volume de inventários digitais cresce no país

O número de inventários digitais – feitos de forma totalmente eletrônica – tem crescido em todo o Brasil. A possibilidade foi aberta em 2020, durante a pandemia, para dar continuidade a processos sucessórios mesmo com o fechamento dos cartórios.

O procedimento, antes realizado apenas de forma presencial, passou a ser autorizado por meio eletrônico pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que regulamentou a prática.

Segundo dados de associações de notários e registradores, os inventários digitais já representam uma parcela significativa dos atos lavrados em cartórios nos últimos dois anos.

A modalidade permite que herdeiros, advogados e tabeliães realizem reuniões virtuais, assinem documentos com certificação digital e acompanhem todas as etapas sem necessidade de deslocamento.

Na avaliação de especialistas, a tendência é irreversível e deve se consolidar ainda mais, uma vez que garante economia de tempo e custos, além de dar maior celeridade aos processos.

Para os herdeiros, os inventários digitais significam praticidade e rapidez, especialmente em casos que envolvem diferentes cidades ou estados. Já para advogados, o novo formato amplia a eficiência na condução dos processos e reduz entraves burocráticos.

Fonte: Valor Econônimo

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